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V Corpore Campos do Jordão - Veja como foi

01/10/2007, por Marcel Trinta

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No dia 29 de setembro foi realizada a V Corpore Campos do Jordão Corrida e Bike na Montanha, evento que reuniu atletas que buscavam um desafio diferente, envolvendo muita tática, trabalho em equipe, superação e confraternização.

Durante a semana da prova, a cidade já se preparava para receber os participantes do evento. Além disso, a equipe Corpore acertava os últimos detalhes, envolvendo toda a comunidade de Campos, já que moradores da cidade trabalharam no staff da prova, assim como prestando outros tipos de serviço.

As equipes começaram a chegar no dia anterior à prova, pois nessa data que era retirado o kit do evento com camiseta, números de peito, pulseiras e outros itens importantes para a corrida. A retirada aconteceu de forma tranqüila e todas as equipes se programaram para chegar cedo à cidade e assim ter uma boa noite de sono para enfrentar os 139km de prova que os aguardavam.

A prova
Às 6h da manhã, com um frio típico de Campos do Jordão, tivemos a largada da primeira bateria. Enquanto os outros integrantes das equipes faziam festa e incentivavam seus parceiros, os corredores que fariam o trecho 1 se alongavam, faziam seus últimos preparos a aguardavam ansiosos a largada. Participando pela primeira vez do revezamento em Campos, Gilmara Quirino Lidorio, da Trilopez/Corrida Maluca I aquecia-se aguardando o relógio marcar 6h00. “Estou ansiosa. Quero curtir a cidade, me falaram que a prova é super legal. Já participei da Ilhabela e acho esses eventos sensacionais”.


Depois da última bateria, que teve largada às 7h, a cidade de Campos ficou tomada de corredores e carros de apoio e a V Corpore Campos do Jordão começou a enfeitar o belo cenário que a cidade proporciona. Trecho após trecho, os corredores encontravam subidas, descidas, trechos de asfalto e terreno irregular, ingredientes que fazem parte das provas de aventura. Nesse ano, um novo ingrediente esteve presente em alguns locais, principalmente no trecho 4: uma forte neblina. Isso não atrapalhou em nada os corredores, mas trouxe um belo cenário, principalmente quando o sol começou a surgir por entre a neblina.

Infelizmente para os corredores, isso não diminui em nada a dificuldade do trecho. “Tem muitas subidas forte se o terreno com muito pedregulho. No fim tem mais reta e conseguimos dar um tiro”, afirmou Paulo Roberto Pereira, da Benicio Advogados I.

Esse e outros trechos trouxeram dificuldades e e exigiram superação dos corredores. Mas um dos maiores desafios da prova era o trecho 9, a subida do pico do Itapeva, trecho que traz premiações individuais. Todos os atletas se mostravam apreensivos antes de iniciar o trecho e cansados ao completá-lo. “É subida o tempo inteiro.... cansa bastante”, contou Ronaldo dos Santos, da equipe Heart Trainning. E mesmo ofegante, Ronaldo também estava feliz e confiante em sua performance: “Pelo sorriso da minha treinadora acho que fui bem. Vou ver agora meu tempo com ela”.

Ciclismo
Mais uma vez, o trecho de ciclismo trouxe inovações e, segundo os próprios participantes, para melhor. A mudança aconteceu já na largada, feita no estilo Lançada. Todos os ciclistas saíram juntos às 9h debaixo do pórtico de largada. Foram em ritmo de passeio até chegar atrás do Tênis Clube de Campos, onde então soou a buzina e a largada foi dada.

Os ciclistas partiram para o primeiro trecho da prova que contou com 32km elogiados pelos participantes. “O percurso continua muito técnico, mas deu para pedalar o tempo todo. Não teve aquilo que chamamos de “empurran bike”, que tem que empurrar a bicicleta morro acima. Esse ano parabéns para a organização, está muito legal, bem sinalizado. A prova foi até mais longa, mas mais rápida. Foi mais rodada”, afirmou Pedro Henrique Soares Cavalieri, da equipe ZTrack – To na área de novo.

Para Fernanda Belotto Gonçalves, da 5 Ways Sports Consulting, o percurso também foi bem melhor. “A corrida ficou mais rápida, com trechos mais pedaláveis”, contou Fernanda afirmando que no ano que vem participará novamente.

Diante de tantos elogios, David Cytrynowicz, Presidente da Corpore, afirmou durante a cerimônia de premiação: “Acredito que encontramos a fórmula para o percurso das bikes e no próximo ano o percurso será igual ou terá as mesmas características”.

Chegada
As equipes estavam bem rápidas nessa edição, e antes mesmo das previsões as primeiras começaram a cruzar o pórtico de chegada. A primeira a cruzar foi Trilopez/ Sundown/ Mizuno/ EqMax. Apesar de ser a primeira a chegar, isso não significaria que ela seria a campeã, já que ainda era necessário somar o tempo da bike e conferir a bateria em que largaram.

Entre as integrantes dessa equipe estava Jaciane Barroso Araujo, acostumada e pegar pódios nas provas organizadas pela Corpore na cidade de São Paulo. “Primeira vez que participo de provas assim e achei muito bom. Foi sofrido, mas gostei da experiência e quero voltar”.

Pouco a pouco, as equipes cruzavam a linha de chegada, sempre com muita festa e escoltadas por batedores da Polícia do Exército, que acompanhavam as equipes durante todo o último trecho.

E a festa ficava cada vez maior a cada equipe, pois os atletas que já haviam completado a prova aguardavam a chegada de seus companheiros e novos amigos feitos durante o trajeto e os postos de transição.

A tradição se manteve e mais uma vez e a festa foi finalizada quando a última equipe chegou acompanhada de grande parte do staff Corpore, todos os batedores da Polícia do Exército e as ambulâncias da equipe médica.

Premiação
A cerimônia de premiação foi realizada na própria noite da prova, na Concha Acústica localizada na praça central da cidade, local já acostumado a receber grandes eventos.

Os participantes e turistas eram recebidos por um show que animava o local e entretia a todos. Na pausa das músicas, David Cytrynowicz iniciou a premiação. Os primeiros a receber seus troféus foram as equipes vencedoras nas faixas etárias, seguidas pelos prêmios individuais.

Flavio Freire, da equipe Flávio Freire Destrambelhados, foi o vencedor do trecho 9 na categoria 40 anos e mais, e se mostrou muito contente com seu resultado. Antes mesmo de iniciar o trecho, Flavio se alongava e afirmava estar ansioso pelo desafio, já que havia participado de quase todas as edições do evento e pela primeira vez faria o trecho 9. Após receber seu troféu afirmou: “O pico foi um desafio particular. Fiquei muito feliz e vencê-lo.”

A última equipe a receber a premiação foi a Campos do Jordão, vencedora do evento e que ano passado ficou com a segunda colocação. Após largar na última bateria, a equipe foi rápida, foi a segunda a cruzar o pórtico e ainda teve o terceiro ciclista no geral, que conseguiu essa colocação mesmo após furar um pneu e perder cerca de 7 minutos no primeiro trecho. “Ano passado fizemos uma boa corrida, mas esse ano fizemos uma melhor estratégia de equipe. Todo mundo correu bem, foi bem homogêneo.Na mountain bike fui bem, estava disputando o primeiro lugar, mas furou um pneu da bike e perdi cerca de 7 minutos”, afirmou Erivan Arcanjo de Lima.

Para quem perdeu esse grande evento, agora só em setembro de 2008...

Confira a página de eventos especiais

 



 
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