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Sherida Giannie Boetius- Um exemplo de garra e determinação

02/01/2008, por Marianna Abdo

 

A corredora Sherida Gianni Boetius é um exemplo de força e amor pela corrida de rua. Sherida nasceu no Suriname e veio para o Brasil aos 20 anos para cursar Geografia na Universidade Federal de Uberlândia através de um intercâmbio.
 
Após 17 anos no Brasil, Sherida começou a correr para aliviar as tensões: “Comecei a correr em 2003 para aliviar o stress de um casamento mal sucedido. Brinco dizendo que eu troquei meu marido por um par de tênis e é o casamento mais perfeito que existe”, diz.

Desde então não parou de correr. Em 2005 participou, em Santos, da 10K da Tribuna de Santos. Foi também nesse ano que se inscreveu pela primeira vez em uma corrida organizada pela Corpore, a Nike 10K, mas não conseguiu participar da prova, já que na época treinava sem muita noção de tipos de treinos, fortalecimento da musculatura, trabalho de resistência etc. Com isso, ganhou uma lesão. “Fui até largada, mas quando vi não consegui correr. Nunca me esqueço disso, era uma derrota para mim na época”, completa.

Foram as provas da Ilhabela e de Campos do Jordão que fizeram com que a atleta se apaixonasse pelas corridas Corpore e voltasse sua atenção para as provas promovidas na capital paulista. “A Corpore é conhecido pela ótima estrutura das suas provas, não conheço organização melhor até hoje. Isso é fator importante na hora de decidir se me inscrevo ou não em determinada prova”.

Mesmo ainda morando em Uberlândia, Sherida viaja aproximadamente 580km, enfrenta oito horas de estrada até São Paulo participar de provas da Corpore. Segundo ela, a organização permite que pessoas de fora participem com tranqüilidade. “O que eu mais gosto é a orientação pré prova através do site, percurso, altimetria, e o mais importante para quem é de fora é a informação de como se locomover até a prova. A Corpore sempre cuidou do bem estar dos seus atletas. Isso facilita nossa vida e torna a atividade prazerosa. Os kits pós-prova são fartos e as camisetas quase sempre de ótima qualidade e bonitas. São fatores que estimulam qualquer atleta a se inscrever”.

Para poder participar, a atleta sai de sua cidade sexta-feira, aproveita o sábado na capital para descansar e se preparar para a prova do dia seguinte. “Domingo é dia de madrugar para chegar ao local da prova. Volto para Uberlândia por volta das três da tarde, chego uma hora da manhã a tempo de dormir um pouco e começar a minha semana revigorada, cheio de energia e boas lembranças e pronta para outra prova”. Sherida confessa que muitas vezes a viagem é cansativa, mas diz que o prazer que as provas proporcionam vale o esforço.  “O prazer vem das amizades que eu fiz, dos lugares que eu conheci e da satisfação de ter dado o melhor de mim. Cada prova que eu termino é um estímulo para fazer melhor a próxima”, completa.

 

 



 
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