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Ministro do Esporte visita a sede da Corpore

 

Amadeu Armentano, Presidente do Conselho Corpore, Orlando Silva, Ministro do Esporte; David Cytrynowicz, Presidente da Corpore; Octavio Aronis, Vice Presidente da Corpore

Após receber a Corpore em Brasília, o Ministro do Esporte, Orlando Silva visitou a sede da entidade no dia 4 de dezembro.

O encontro discutiu o incremento de projetos de incentivo à prática da corrida de rua, visando a inclusão social.

Confira a opinião do Ministro sobre algumas questões levantadas pela reportagem:

Como o senhor enxerga o movimento de corrida de rua no país?

Orlando Silva: É um movimento maravilhoso, uma forma muito democrática de incentivar a prática da atividade física. O bacana das corridas é que não é o alto rendimento que vale e sim o próprio rendimento do atleta. Além de ser uma atividade física que produz saúde, integra socialmente. É um movimento que veio pra ficar, já tem décadas de crescimento. Ainda bem que São Paulo está sintonizada, a cidade mais urbana do país, tem na corrida de rua talvez sua principal atividade.

Como o senhor vê a Corpore nesse movimento?

Orlando Silva, Ministro do Esporte; David Cytrynowicz, Presidente da Corpore; Octavio Aronis, Vice Presidente da Corpore

Orlando Silva: Além de estimular como forma de recreação, integração social e promoção de saúde, a Corpore tem história no esporte de alto rendimento com a promoção e apoio de atletas e tem também uma responsabilidade social muito forte. Motiva a corrida com mensagens positivas, alertando para problemas importantes como o combate ao câncer. Eu fico muito feliz em saber que a Corpore está irradiando cada vez mais o seu trabalho.

Durante a conversa, o senhor disse que a Olimpíada de 2016 não será um ponto de chegada e sim um ponto de partida. Por quê?

Orlando Silva:
Eu acredito que o Brasil vai ter durante esses próximos anos uma chance do esporte ter mais centralidade na agenda nacional. Discutimos uma estratégia de longo prazo: melhorarmos a infra-estrutura, melhorarmos a gestão, qualificarmos os profissionais que atuam, ampliarmos a base dos que praticam esporte são medidas que no médio prazo terão impacto. Pra mim não basta ter bom resultado em 2016, é importante que a partir de 2016 o resultado seja permanente.





 
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Por: Marianna Abdo

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