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Diabético: Não adianta malhar só no final de semana

9/4/2012, por Corpore
A reportagem abaixo, realizada pela Jornalista Mariana Lenharo, do Jornal da Tarde, foi com o Conselheiro Técnico da Corpore Emerson Bisan, corredor, que participa regularmente dos eventos Corpore inclusive de duas ultramaratonas, com os seguintes indicadores:

Ultramaratona 24 Horas 2008:
Correu 122.810 metros em 18 horas 02 minutos e 22 segundos

Ultramaratona 24 Horas 2009:
Correu 113.447 metros em 19 horas 38 minutos e 44 segundos


“Não adianta malhar só no fim de semana”

Pingue-Pongue com Emerson Bisan – Educador Físico e voluntário da Associação de Diabetes Juvenil (ADJ)

Fonte: Jornal da Tarde, 7 de abril de 2012
Reportagem de Mariana Lenharo

Por que decidiu se especializar em diabéticos?
Primeiramente, sou diabético do tipo 1. E sou aficionado por esportes. Até algum tempo atrás, falava sobre isso por experiência própria como corredor e diabético. Hoje, no meu trabalho como personal trainer e preparador de corrida, minha especialidade é lidar com alunos diabéticos.

Quando foi diagnosticado?
Aos 21 anos. Na época, era praticante de futebol, mas não regularmente. Um ano após o diagnóstico, percebi que um dos esportes que mais ajudavam n o controle da glicose era a corrida. Comecei a praticar com regularidade e, um ano depois, corri minha primeira maratona. Hoje, corro até mesmo a ultra maratona.

Tem algum exercício especial para diabéticos?
Qualquer tipo de exercício é benéfico. É muito importante tomar os cuidados com a prática, mas também não pode burocratizar. Não precisa esperar falar com um médico para começar uma caminhada de 30 minutos. É importante ter um calçado adequado e também confortável. No início é preciso fazer a monitoração da glicose com um aparelhinho mais vezes por dia e sempre portar uma porção de carboidrato de absorção rápida, como um sache de açúcar ou uma bala de goma. Isso porque pode ocorrer uma queda brusca de glicose. Mais importante q1ue a intensidade e a quantidade é a regularidade nesses exercícios. Eles têm de faze parte do dia a dia de todo diabético, da mesma forma que a dieta e o medicamento.

E para quem não gosta?
É preciso tentar inserir isso no dia a dia, descendo do ônibus um ponto antes, por exemplo. O importante é a regularidade. Não adianta ser uma ação pontual. Fazer só no fim de semana é pior do que não fazer nada.

Qual é o retorno dos seus alunos sobre esses benefícios?
Esse feedback é diário. Além dos resultados dos exames que eles fazem a cada quatro ou cinco meses, eles sentem os efeitos na aparência, na disposição e inclusive na performance.

Ver também: Diabético que faz ginástica gasta menos
 


 
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