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2015-Meia Maratona-História

10/03/2015, por Corpore


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Era o início de um novo milênio quando surgiu, na capital paulista a primeira meia-maratona da cidade. Naquela época, poucas eram as corridas de rua – e nenhuma com 21 km. Depois de muitos estudos sobre percurso e organização de uma prova tão exigente, a Corpore instituição responsável colocou a Meia-maratona Internacional da Cidade de São Paulo no calendário paulistano, no dia 16 de abril de 2000. A primeira edição, realizada em um dos principais redutos da cidade para corrida, o Parque Villa Lobos, foi um sucesso, levando 4.600 atletas às ruas para correrem, pela primeira vez, uma meia-maratona em solo paulista. A prova evoluiu e amadureceu junto com a cidade. Desde a sua primeira edição até às provas mais recentes, o corredor que se desafiou na “Meia Internacional da cidade de São Paulo”, se viu diante de novidades, como mudanças no sistema de cronometragem, no local de largada e chegada e no horário – que permitiram uma corrida mais organizada e rápida!

Conheça um pouco mais sobre a mais tradicional corrida de 21 km de São Paulo, que em 2015 chega à sua 16ª edição, e descubra por que você não pode deixar de colocá-la na sua agenda esportiva!

VELOCIDADE NO CORAÇÃO DE SÃO PAULO

São vários os fatores que contribuem para que uma corrida possa ser classificada como perfeita para quem corre. Altimetria, qualidade do percurso, clima, organização e hidratação com certeza entram na lista. Foi focando nesses pontos que a Meia-maratona Internacional da Cidade de São Paulo cresceu e se tornou sinônimo de “prova boa” em São Paulo.

TAPETÃO!

O percurso agradável é seu grande marco: a Cidade Universitária, o Jockey Club e o Parque Villa-Lobos, conhecidos e adorados pelos (corredores) paulistanos, fazem parte do trajeto. Além de oferecer o visual de uma região arborizada da cidade, a ideia foi sempre manter a prova mais plana possível.
Por isso, as subidas mais exigentes são apenas as da ponte que atravessa as marginais do rio Pinheiros. Fora isso, é um “tapetão” para quem quer sentar a bota. Mas não é só o percurso que dá aquela mãozinha. Para garantir o clima ameno, a largada é dada pontualmente às 7h30, na USP, horário em que o sol ainda não incomoda. A escolha da data da prova, entre março e abril, também é estratégica, para que o clima ameno do outono ofereça maior conforto durante toda a corrida.

LARGADA ORGANIZADA E “COELHOS”

Acha que acabou? Para garantir a sua velocidade, dois fatores estabelecidos pela organização são essenciais. O primeiro deles é a divisão dos atletas por pace, obrigando os corredores com ritmos aproximados a largarem juntos.
Esse formato vem sendo aplicado em corridas internacionais e permite que quem vai mais devagar não seja “atropelado” e os mais rápidos tenham espaço para acelerar. O segundo fator são os marcadores de ritmo, os famosos “coelhos”, atletas contratados pela prova para puxarem os inscritos de acordo com o ritmo desejado.

O HOMEM DAS 15 MEIAS

Edemilton Santana é mais um paulistano apaixonado por corrida. É daqueles corredores que adora o clima e as amizades de uma prova de rua – e já participou de dezenas delas, colecionando medalhas. Mas se tem uma corrida do calendário que mexe com ele é a Meia Internacional da Cidade de São Paulo.
Edemilton se orgulha de já ter participado de todas as 15 edições do evento e lembra que, no início, pouca gente se aventurava em disputas mais longas. “Corri a primeira edição com alguns amigos. Mesmo com muitos inscritos para a época (quase 5 mil) me lembro de, em alguns trechos, não ver outros atletas, percorrendo-os totalmente sozinhos”, recorda. “Isso é difícil de imaginar nos dias atuais”, brinca o atleta, que já garantiu a sua 16ª participação no evento. “Dia 12 de abril estarei lá!”

PALAVRA DE QUEM ENTENDE

Eles garantem: a Meia Internacional da Cidade de São Paulo é a ideal para todos os perfis de corredores! “Tenho um carinho pra lá de especial pela Meia-Maratona Internacional da Cidade de São Paulo. Essa foi a primeira meia que corri e já se vão uns 10 anos. Vale aproveitar o ótimo percurso, quase todo plano, para buscar bons tempos”, Ricardo Capriotti, jornalista e maratonista. “Percurso muito bonito e relativamente plano, largada cedo e em época do ano que normalmente tem temperatura propícia para longas distâncias.
Tenho várias experiências muito positivas tanto como treinador, quanto como corredor nesta prova. Para mim é uma daquelas corridas que não pode faltar no calendário dos que são mais experientes, além de ser excelente para quem estiver bem treinado e quiser debutar com segurança na distância”, Nelson Evêncio, treinador de corrida e Presidente da ATC (Associação dos Treinadores de Corrida de São Paulo) “Por que a Meia Internacional da Cidade de São Paulo? São vários motivos:foi a primeira meia que corri e é realizada em época boa do ano (serve como bom teste pro início da temporada). Ainda tem largada cedo e em ondas, percurso agradável, corredores de diversas “tribos” e organização sempre satisfatória”, Bruno Vicari, 31 anos, é jornalista esportivo do SBT e Jovem Pan.

 



 
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