| Veja
como foi a SP Classic
Devido
a inserção dos setores de largada, inovação
da 10ª edição da SP Classic, cada
atleta teve que colocar seu tempo previsto para a conclusão
da prova na ficha de inscrição. Com esses
tempos em mãos, a organização pode
dividir os atletas em setores correspondentes ao ritmo
de cada um.
Edgard
dos Santos, secretário-geral e “homem dos
números" da entidade, pode fazer um outro
trabalho com esses dados. Ele calculou a variação
do tempo real (que cada atleta concluiu a prova) com
o tempo informado na ficha de inscrição.
Confira
a tabela abaixo.

As
porcentagens refletem os tempos reais em relação
aos tempos informados. Os números abaixo de 100%
significam que os atletas obtiveram performances melhores
do que as previstas; os números acima de 100%
significam que os atletas obtiveram um tempo maior do
que o informado.
Veja
as considerações feitas por Edgard em
cima desses números:
1)
Elite “A” : obteve tempos menores em 8%
em relação aos informados
2) Elite “B”: a que obteve maior precisão,
ficando 1% abaixo do previsto
3) Setores Nike, Pão de Açúcar
e Fleury informaram tempos menores do que os reais alcançados
4) Setor Gatorade ficou muito próximo, apenas
3% abaixo do informado
5) Setor Montevérgine teve resultados 13% abaixo
do esperado – muito provavelmente por constituir-se
de atletas com boa performance, mas que se inscreveram
tardiamente
6) Setor Corpore contém os que sabidamente tinham
um ritmo mais lento e mesmo tendo informado excederam
suas previsões.
No
geral a precisão das informações
ficou em 98% o que, segundo Edgard, "é um
excelente começo".
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