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Minha história- Mauro Rosa

20/08/2008, por Corpore
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Mauro Rosa

Precisamente em março de 2007 debutei no mundo das corridas. No início as lesões no joelho e no calcanhar sinalizavam o que vinha pela frente, a força de vontade aliada às sessões de fisioterapia me ajudaram na recuperação. Nessa primeira fase a experiência que levei foi, saber “ouvir o meu corpo”.

De março até novembro foram 260 Km apenas de participações em provas (várias de 10K, 1 prova de 25K, 3 Meia maratonas e 1 MARATONA), e justamente sobre essa última prova que gostaria de falar... Para isso, vamos voltar ao mês de junho deste mesmo ano, na Maratona de SP que junto com o Clayton  e o Sr. Olimpio corri os 10k. Naquele dia tive o sentimento e a vontade de também ser um maratonista, a partir de então comecei a vasculhar as matérias, planilhas e através de muito planejamento iniciei a preparação.

Realmente não posso dizer que foi fácil, como disse, tive que me planejar, conciliar trabalho, família, lazer, treino e principalmente, foco nos 42Km.

Iniciava-se então a contagem regressiva para uma verdadeira batalha!

Grande Dia: No dia 25 de novembro de 2007 realizei o meu sonho! Participei da 11ª Maratona da Cidade de Curitiba, uma experiência inigualável, algo que só participando para “tentar” descrever!

Organização impecável, uma verdadeira festa! O fato de conviver dois dias com vários maratonistas (alguns corredores com mais de 50 maratonas no currículo) certamente ajudam a aliviar a tensão. Ao iniciar a prova a ansiedade tomou conta, passei alguns segundos achando que não tinha feito um bom negócio, e me perguntava, o que eu estava fazendo naquele lugar? Apenas oito meses de corrida não seria suficiente. E agora? Alguns marcadores apontavam 35º!

Imaginando as dificuldades de correr 42,195km, inicie a peregrinação ritmando leve cada quilômetro (4:40 por km), consegui manter essa performance ao longo da prova, concluindo em 3h17min. Por ser a primeira até que não foi mal, entre várias subidas e muito, muito calor, a Maratona de Curitiba é considerada uma das mais difíceis do Brasil.

Na minha opinião? Verdadeiramente... Não senti tantas dificuldades, porém agradeci imensamente os meus longos treinamentos principalmente após passar pelo quilômetro 32 onde o cenário era digno de um palco de guerra. Algumas pessoas vomitando, outros largados na sarjeta, alguns com câimbras e eu tranqüilo seguindo meu caminho rumo à linha de chegada.

Agradeço imensamente o incentivo do Jean e do Christian, pessoas essenciais na realização desse desafio. Ao seu Olimpio, amigo de tantos treinos e  pessoa digna de exemplo para todos, aos amigos do GEHAKA RUNNING TEAM (não posso esquecer de ninguém) que acreditaram e estiveram comigo em todos os momentos, e em especial a minha esposa e o meu filho que mesmo distante torceram e estiveram presentes nessa caminhada.

Valeu galera, nos vemos nos treinos e também nos próximos desafios!

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