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Marcadores de Ritmo Corpore - História
História mundial

Marcadores de Ritmo são a versão amadora dos Coelhos (corredores profissionais contratados pela organização da prova para ditar o ritmo a ser empregado pelo pelotão líder). Geralmente, os Coelhos são orientados a passar em determinada quilometragem num tempo estipulado. A distância comumente utilizada é a marca da meia-maratona (21.097m) ou mesmo os 30 quilômetros em determinadas provas.

Originários dos Coelhos surgiu no exterior os famosos e aclamados Pacersetters, existentes atualmente nas mais tradicionais e importantes maratonas mundiais. Entre elas as Maratonas de Boston, Nova York, Chicago, Berlim e Londres. Só que diferente dos Coelhos, os Pacersetters são corredores amadores oriundos de entidades como os clubes de corredores.

Pacersetters, ou Marcadores de Ritmo, cadenciam o ritmo para os corredores amadores, competitivos ou não, com tempo geralmente variando do sub 3:00:00 (2:59:59) a sub 4:45:00 (4:44:59) e cabe aos líderes comandar os pelotões durante todo o percurso dos 42.195 metros que uma maratona possui.

Os mais famosos times de marcadores são os da Runners World e do Boston Athletic Association (BAA). Os primeiros comandam times de corredores principalmente na Maratona de Nova York, enquanto os segundos, na tradicional e centenária Maratona de Boston.

A última grande maratona mundial a instituir Pacersetters foi a Maratona de Berlim, em 2002, ocasião que a prova comemorava trinta anos de existência.

História no Brasil

No Brasil, o Diretor de Comunicações Corpore, Alfredo Donadio Filho, foi o responsável pela introdução dos Pacersetters no país. Os Marcadores de Ritmo Corpore atuaram por dois anos consecutivos, 1998 e 1999, na Maratona Internacional de São Paulo.

Alfredo Donadio inspirou-se na idéia americana, na ocasião em que pode conferir de perto os Pacersetter na 1ª Rock'Roll Marathon em San Diego. “Achei o máximo da cooperação e solidariedade, e por isso quis trazer o projeto para nossas Terras Tupiniquins” – contou Alfredo. Para isso, convoquei amigos maratonistas experientes para liderarem os times.

“A experiência foi muito boa e certamente para a reedição do projeto em 2003, algumas falhas de comunicação serão sanadas”. De um modo geral o projeto-piloto foi um sucesso, segundo Alfredo. Para comprovar isto, ele, que também foi líder marcador, conta que anos depois, enquanto trabalhava na entrega de kits da 3ª Meia Maratona da Corpore 2002, um corredor de Ribeirão Preto, aproximou-se para falar com ele. “Começamos a conversar e então ele disse que estava muito agradecido, pois havia estado no grupo de corredores que liderei e que minha ajuda tinha sido preciosa a ele. Aquela foi sua primeira maratona, e conseguiu atingir seu objetivo de completá-la em 3h17m” – lembrou emocionado. Alfredo contou que hoje, este corredor faz a Maratona de São Paulo em tempo abaixo de 3 horas, e que em todas as provas a força do líder marcador é re-lembrada. “Acho que só esse fato seria o suficiente para saber que o projeto é bom e deu certo. Foi no momento em que conversei com este rapaz que tive a certeza que colocaria novamente os marcadores na pista, e seria, certamente, num grande evento da Corpore” – concluiu.

Os Marcadores de Ritmo Corpore foram divididos em sete times que tinham como Marcador Líderes:
Harry Thomas Jr. (3:15:00);
Claudio Zuccolo (3:30:00);
Alfredo Donadio (3:45:00);
José Carlos Fernando (4:00:00);
Tu Moon Ming (4:15:00);
Milton Mizumoto (4:30:00);
Sinara Guedes (4:45:00).

Com a realização da 1ª Maratona Corpore e da 4ª Meia Maratona Corpore, em 27 de abril de 2003, os Marcadores de Ritmo Corpore atuarão novamente junto aos participantes do evento, levando a eles o espírito de solidariedade intrínseco à corrida de rua. Certamente esta promete ser a maratona sensação da temporada.

 







 
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