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Minha História - Ewerton Alves de Souza

04/11/2004, por Corpore

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Ewerton Alves de Souza - corredor associada em Minha História

Tive o primeiro contato com corrida de rua há três (03) anos na maratona de revezamento do Pão de Açucar, na época realizada no parque Villa Lobo. Terminei a prova em 55mim, fazendo os 10km, e me sintonizei com o esporte.

Na época, além de ter o costume de beber uma cervejinha quase todos os dias, também fumava cerca de 6 cigarros por dia. No ano seguinte participei da 10ª edição da maratona de revezamento, já na USP, e com a vida mais regrada consegui percorrer os 10 km em 45 mim.

No ano passado, por problemas pessoais e profissionais, além de abandonar o esporte, retornei a vida sedentária e de volta ao vício maldito (que aliás não havia acabado com ele). No final do ano, em uma corrida de final de semana me contundi, aí resolvi mudar radicalmente minha vida.

Iniciei o ano (logo no dia 2) com a promessa de dar fim aos vícios e com uma ligação ao personal trainer que tinha me assessorado nas duas provas de revezamento. Na conversa, após os cumprimentos, disse a ele que tinha o desejo de correr uma maratona nesse ano de 2.004. Ele concordou com a condição de que eu mudasse radcalmente minha vida. Concordei e aí selamos um pacto.

Me filiei à Corpore, fiz a prova de 12 km e meia maratona ambas na USP, como parte de treinamento e, após seis meses de muito treino, dedicação, abdicação, livre de todos os vícios, fui correr a maratona de Blumenau/SC.

Finalizei a prova em 3h32 min. e confesso que jamais tive tamanha sensação, tamanha emoção. Liguei para o técnico e preparador físico e contei que tinha completado a prova com apenas 2 min. do tempo que estávamos programando.

Após liguei para uma amigo e incentivador, também maratonista (com mais de 15 maratonas), e após os parabéns e congratulação me perguntou se eu havia chorado na chegada. Minha resposta: cheguei há 15 min e até aquela hora não havia parado de chorar. Tudo bem que não sabia na hora se era de emoção por completar a prova e resistir a todo o treinamento (6 meses), ou se era de dor (não tinha força nem para lamber um selo).

Essa é minha história, hoje já estou me preparando para a maratona de Curitiba.

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